As práticas de TI Verde podem ser divididas em três níveis:


  • TI Verde de incrementação tática:

Não modifica a infra-estrutura de TI nem as políticas internas, apenas incorpora medidas de contenção de gastos elétricos excessivos. São exemplos, o uso de monitoramento automático de energia disponível nos equipamentos, o desligamento dos mesmos nos momentos de não-uso, a utilização de lâmpadas fluorescentes e a otimização da temperatura das salas. Estas medidas são simples de serem implementadas e não geram custos adicionais às empresas.

  • TI Verde Estratégico:

Exige a convocação de uma auditoria sobre a infra-estrutura de TI e seu uso relacionado ao meio-ambiente, desenvolvendo e implementando novos meios viáveis de produção de bens ou serviços de forma ecológica. São exemplos, a criação de uma nova infra-estrutura na rede elétrica visando à sua maior eficiência e sistemas computacionais de menor consumo elétrico (incluindo novas políticas internas e medidas de controle de seus descartes). Além da preocupação com a retenção de gastos elétricos, o marketing gerado pelas medidas adotadas pela marca é também levado em consideração.

  • Deep IT (TI Verde “a fundo”):

Mais amplo que os dois primeiros, incorpora o projeto e implementação estrutural de um parque tecnológico visando a maximização do desempenho com o mínimo gasto elétrico; isto inclui projetos de sistemas de refrigeração, iluminação e disposição de equipamentos no local com base nas duas primeiras estruturas anteriores (o que demanda um custo muito maior que as duas primeiras).

Sendo simples a implementação do TI Verde Tático (com vantagens significativas, porém limitadas), podemos observar a redução do consumo energético com o desligamento dos monitores em desuso – que representam 50% do total dos gastos elétricos quando o mesmo é de CRT e 30% ou menos quando são de LCD (fonte: PRADO, 2005).

Celular que recarrega sozinho:


A fabricante finlandesa de celulares Nokia anunciou que pode estar perto de lançar uma bateria e carregador para celulares que dispensam o uso de eletricidade.

Na última semana, a companhia patenteou nos Estados Unidos o protótipo de um aparelho que utiliza cristais piezelétricos capazes de converter a energia cinética em energia elétrica.

A novidade pode ser uma grande aliada à preservação do meio ambiente, já que os usuários dos produtos deixariam de utilizar a rede elétrica. Para dar uma recarga no aparelho, o usuário precisará apenas movimentar o smartphone, como numa caminhada, por exemplo.

A iniciativa é muito boa, mas só resta saber, no entanto, se a autonomia que o recarregador dará ao aparelho deixará os usuários satisfeitos.

Seguir

Obtenha todo post novo entregue na sua caixa de entrada.