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O papel das tecnologias na nova economia de baixo carbono


Ana Carolina Addario, Cristina Tavelin e Juliana Lopes, da Revista Idéia Social

Nas últimas décadas, vivenciamos uma revolução silenciosa, movida a bits e fibras ópticas. O avanço da tecnologia da informação superou apostas de futurólogos e ficcionistas. Novidades como realidade aumentada, telepresença, telefonia móvel, eletrodomésticos e equipamentos inteligentes pouco a pouco foram sendo incorporadas ao nosso cotidiano, influenciando novos comportamentos. Mas a grande mudança ainda está por vir e diz respeito a modelos de produção e estilos de vida mais sustentáveis. Nesse quesito, a tecnologia está na sua versão 1.0. Aos poucos os potenciais em campos como gestão eficiente de recursos, logística e desmaterialização deixam de ser desenvolvidos apenas em caráter experimental para ganhar o portfólio das empresas.

O setor de tecnologia e computação é visto como um dos mais sensíveis às questões socioambientais pelos consumidores. A série de pesquisas do Monitor de Sustentabilidade (saiba mais no dossiê sobre consumo responsável, na edição 17), realizada pela Market Analysis, constata essa percepção. Os resultados agregados para os 14 países, incluindo o Brasil, onde o Monitor acompanha as tendências desde 2001, apontam esse segmento como o de maior capital reputacional em matéria de sustentabilidade. Mesmo enfrentando menos prestígio socioambiental do que detinha no início da década, a indústria de TI e computação consegue manter uma folgada liderança em comparação com os outros setores.

“Em grande medida, essa vantagem decorre da convicção sobre seu baixo impacto ambiental, mas também de uma percepção criada de que esse setor observa uma ética de investimento no funcionário, contribui para a redução de despesas e está alinhado com uma das frentes nas quais se concentram as maiores expectativas de engajamento empresarial: a educação e a inclusão na modernidade”, explica Fabián Echegaray, diretor geral da Market Analysis.

Por outro lado o jogo não pode ser considerado ganho. “Na medida em que não apresentar respostas convincentes para questionamentos sobre a responsabilização pela coleta e reciclagem dos equipamentos, sua imagem de polidez ambiental poderá sofrer abalos”, adverte Echegaray.

As empresas de tecnologia começaram a considerar questões socioambientais tratando de seus processos internos, como redução do consumo de energia em data centers, e acabaram desenvolvendo soluções inovadoras para o mercado. “A TI ajuda a criar dados, armazenar e entender de forma inteligente essas informações. Se o pensamento estratégico por trás disso contemplar a sustentabilidade, obviamente esse instrumental permite avançar bastante em termos socioambientais”, afirma Vania Ferro, especialista em TI e principal executiva da 3Com no Brasil entre 1993 e 2001, comandando a chegada da empresa no País.
A capacidade da área de TI de tornar a informação mais acessível e ágil tem proporcionado grandes progressos econômicos e sociais. O relatório The Global Information Technology Report (2008-2009) destaca esse papel. “A tecnologia da informação e comunicação está constantemente revolucionando os processos produtivos, os acessos aos mercados e interações sociais. Ela também tem um impacto na eficiência dos governos, promovendo a transparência, melhores serviços e a comunicação para os cidadãos”, destaca o documento.

O desafio agora é trabalhar o triple bottom line, trazendo a sustentabilidade para o centro da estratégia, em busca de soluções que aliem benefícios econômicos, ambientais e sociais. “Primeiro, deve-se pensar em termos ambientais, em economia de espaço e de energia. Mas o uso de TI deve ser considerado também do ponto de vista de indicadores sociais, promovendo a inclusão por meio da democratização da tecnologia. Deve-se pensar a cadeia de valor de produção de modo a promover o desenvolvimento social”, destaca Vania.

Esse desafio passa pela revisão do próprio modelo de negócio, cuja premissa é a substituição no curto prazo. O formato de inovação baseado prioritariamente no produto e na introdução contínua de novidades no mercado vai radicalmente contra os princípios de sustentabilidade. Tereza Cristina Carvalho, diretora do Centro de Computação Eletrônica (CCE-USP), alerta que o consumo tem aumentado além da necessidade a partir do advento da internet. “As pessoas, há algum tempo, trocavam o celular a cada um ano e meio; hoje trocam de sete a oito meses porque surge um modelo com novos recursos. O próprio mercado cria essa noção de necessidade que leva as pessoas a consumirem mais do que o necessário. A dificuldade em reutilizar produtos é um problema. Algo pouco comentado é que a tecnologia tem um impacto social, vira um vício”, destaca.

Ainda que enfrente resistências, ao menos no que diz respeito à ruptura com o modo tradicional de fazer negócios, a sustentabilidade apresenta uma lógica bastante pragmática para a área de TI, como exemplifica Michael Wallace. Co-autor com Lawrence Webber do livro Green Tech: How to Plan and Implement Sustainable IT Solutions (Tecnologia verde: como planejar e implementar soluções de TI sustentáveis, ainda sem tradução para o português), Wallace lembra que as tecnologias verdes proporcionam economia de recursos se todo o ciclo de vida for observado. “Por exemplo, uma fonte de alimentação de um computador desktop com a certificação 80 Plus proporciona economia de US$ 30 por ano em redução no consumo de energia quando comparada à de um desktop padrão. Além disso, um computador desenvolvido com base na fácil separação e disposição de materiais é mais barato de descartar do que aqueles fabricados com alto nível de materiais tóxicos”, exemplifica Wallace.

Se utilizada de forma consciente, a tecnologia da informação desempenha um importante papel como ferramenta para tomada de decisão responsável. “Ao proporcionar informação de melhor qualidade e em tempo real, a TI permite que os indivíduos façam melhores escolhas em relação, por exemplo, ao consumo de energia”, afirma Wallace.

De acordo com a Global e-Sustainability Initiative (GeSI), o maior auxílio da tecnologia da comunicação e informação será possibilitar a eficiência energética em outros setores, proporcionando uma economia de carbono cinco vezes maior que o total de emissões de todo o setor em 2020 – hoje o segmento representa 2% das emissões globais.

O estudo Carbon Conections – quantifying mobile’s role in tackling climate change (Conexões de carbono – quantificando o papel dos móveis para combater as mudanças climáticas) dá uma ideia desse potencial. O relatório, produzido em parceria pela Accenture e Vodafone, destaca 13 oportunidades em cinco áreas-chave: desmaterialização; smart grid a partir do suporte à geração e venda de energia localmente; logística; gestão e planejamento de cidades e produção inteligente.

Na edição 19, a equipe de Ideia Socioambiental fez um levantamento com 10 empresas de tecnologia da informação e comunicação a fim de analisar como esse setor têm respondido aos desafios apresentados na transição para nova economia de baixo carbono.

Confira a seguir os esforços e investimentos destinados por cada uma dessas companhias a adaptação de modelos de negócios, processos produtivos e desenvolvimento de tecnologias sustentáveis.

Leia a matéria na íntegra e confira também a opinião de especialistas e apontamentos dos principais estudos sobre TI verde.

(Envolverde/Revista Idéia Socioambiental)

fonte: http://mercadoetico.terra.com.br/arquivo/o-papel-das-tecnologias-na-nova-economia-de-baixo-carbono/

Soluções de virtualização com padrão USB


A NComputing fornecedora de produtos para virtualização de desktops, anuncia o lançamento da solução U170 para virtualização de PCs, utilizando o padrão USB. Um conceito novo e moderno de “Desktops Virtuais”, que virtualiza desktops e notebooks por meio da interface USB padrão e reduz custos de aquisição. Uma solução plug and play, de fácil instalação e configuração, permitindo que vários usuários se conectem a desktops/notebooks virtuais, todos utilizando os recursos de apenas uma CPU.

A solução contempla um terminal de acesso por onde é possível conectar o teclado, mouse, monitor e dispositivo de áudio e um software de virtualização vSpace, desenvolvido pela própria NComputing e baseado em mais de 10 anos de experiência de desenvolvimento, que aproveita a potencialidade ociosa de um Desktop padrão. Dagoberto Freitas, diretor comercial e responsável pela operação da NComputing no Brasil, explica que a solução da NComputing, o U170,  vem reforçar a linha de soluções da empresa com o objetivo de reduzir os custos de administração, manutenção e centralizar o trabalho dos gerentes de TI, além de aproveitar melhor os recursos de máquina com uma iniciativa em TI verde, uma vez que, se reduz drasticamente custos com energia, troca de equipamentos por obsolescência e melhor dimensionamento de no-break e ar condicionado.

fonte:http://www.docmanagement.com.br/portal/noticia.asp?cod=3351

Postura corporativa atrasa os projetos de TI Verde


Em debate no CIO Global Summit 2010, líderes da área de tecnologia apontaram que o alto custo dos equipamentos sustentáveis representa uma barreira para os projetos

A falta de diretrizes corporativas ainda representa o grande impeditivo para os projetos de TI verde. Esta foi uma das conclusões da mesa redonda realizada durante o  CIO Global Summit 2010 – evento promovido de 11 a 15 de maio em Arraial D´Ajuda (BA) – e da qual participaram quatro CIOs: André Brasil, da indústria de autopeças Affinia, Oswaldo Poletto, da fabricante de eletrodomésticos Arno, Jedey Miranda, da Europ Assistance Brasil e Marcelo Tort, da CIO da Mondial Assistance Brasil.

Para Brasil, muitas empresas estão jogando para a TI a responsabilidade pelas decisões ligadas à sustentabilidade. “Mas isso precisa ser uma decisão corporativa”, afirmou o CIO da Affinia. “A TI faz parte de um processo”, acrescentou. Na mesma linha, Poletto reforçou que as próprias empresas não estão dispostas a pagar mais caro por um produto ecologociamente correto e enfatizou:

“Afinal, as empresas precisam ter lucro”.

Uma das alternativas para que a TI adote uma postura sustentável está em buscar o apoio dos fornecedores para que eles ofereçam soluções sustentáveis, mas a preços adequados, enfatizou Miranda. “Também deveríamos pensar em como os prestadores de serviço poderiam colaborar com essa questão”, pontuou o CIO da Europ.

Já Tort considerou que a TI verde ainda é mais uma teoria, do que uma prática adotada pelas organizações. Ainda de acordo com ele, uma série de iniciativas podem ser implementadas em curto prazo pela área de tecnologia – como consolidar data centers, buscar a otimização da impressão, entre outros. “Mais isso exige investimentos”, citou o CIO, ao lembrar que a mudança ainda levará algum tempo para ser sentida nas organizações.

“Se analisarmos os dias de hoje, já existem muitos projetos considerados verdes em andamento, bem diferente do que acontecia há alguns anos”, apontou Miranda. Ainda de acordo com ele, isso sinaliza que as empresas começaram a acordar para a importância do tema.

fonte:http://cio.uol.com.br/gestao/2010/05/14/postura-corporativa-atrasa-os-projetos-de-ti-verde/

C3 Tech lança filtros de linha que contribuem com a sustentabilidade


Os três modelos lançados já estão em comercialização por meio dos 23 distribuidores da marca, espalhados pelo Brasil
De olho na sustentabilidade ambiental, a Coletek, uma das maiores indústrias de periféricos do Brasil, anuncia novos filtros de linha da marca C3 Tech, que chegam a partir de uma preocupação da empresa com a sustentabilidade ambiental, além dos custos competitivos.
Os modelos utilizam disjuntores ao invés de fusíveis, o que acompanha a tendência tecnológica do cuidado com o meio ambiente. Uma das grandes novidades é que um dos itens da linha traz chaves individuais para cada tomada, permitindo que os aparelhos conectados a elas possam ser desligados individualmente.
A expectativa é chegar à produção de duas mil peças por mês e abastecer um público que busca, além de preços acessíveis, produtos de companhias que percebem a importância da TI Verde para o país.
Seguem as descrições dos produtos:
Filtro de Linha PRO Line 6 – O Filtro, com 6 tomadas de saída tripolares, tem chave interruptora e proteção por disjuntor, que também resguarda contra curto ou sobrecarga.
O produto, ideal para computadores, TVs, impressoras, aparelhos de som, monitores, entre outros itens eletrônicos, é leve (270g) e possui 2 pontos de fixação para parede.
A segurança também fica por conta do cabo de força (120 cm), com fios de cobre revestidos de PVC, conforme especificações da norma NBR 13249/2000.
O sistema eletrônico é desenvolvido para operação em 127V AC, suporta corrente de até 10A e potência máxima de 1000 Watts.
Filtro de Linha PRO Line 6i – A grande vantagem deste lançamento C3 Tech é a presença de chaves interruptoras independentes para as 6 tomadas de saída, também tripolares.
A proteção contra curto ou sobrecarga é feita através de disjuntores, ao invés de fusíveis
O filtro de linha também possui 2 pontos de fixação para parede, ideal para instalações de aparelhos de som e TVs, além de monitores, computadores e impressoras.

O cabo de força, de 120 cm, é feito com fios de cobre revestidos de PVC, de acordo com as especificações da norma NBR 13249/2000.

O sistema eletrônico é desenvolvido para operação em 127V AC. Suporta corrente máxima de 10A e potência de até 1000 Watts.

Filtro de linha PRO Line 8 – Com 8 tomadas e chave interruptora, o produto se destaca pela otimização do espaço. O filtro também pode ser fixado na parede, o que facilita a instalação para uso com TVs, aparelhos de som, monitores, computadores e acessórios

Para reforçar a segurança e atender às especificações da NBR 13249/2000, o cabo de força, de 120 cm, é feito com fios de cobre revestidos de PVC.

A proteção contra curto-circuito ou sobrecarga também é feita através de disjuntor.

Com sistema eletrônico desenvolvido para operação em 127V AC, o filtro suporta corrente máxima de 15A e potência de até 1900 Watts.

Todos os modelos têm garantia de um ano.

Para mais informações, acesse: www.c3technology.com.br

fonte: http://www.linhadecodigo.com/Noticia.aspx?id=1566

TI Verde não pode ser hipócrita


Na opinião de Roberto Diniz, executivo de otimização de TI da IBM, este é um assunto que exige máxima atenção, uma vez que lida com recursos cada vez mais escassos do planeta.

“Se ignorarmos, morreremos abraçados”, sentenciou Diniz nesta quinta-feira, 21, durante a palestra Infraestrututa Dinâmica, no Circuito IBM Porto Alegre.

Apresentando soluções de otimização de TI, como virtualização e gestão dos níveis de serviços, o executivo – que está na IBM há 26 anos – mostrou como a tão falada TI Verde pode contribuir para a redução de custos e riscos, proporcionando maior eficiência energética e melhorias operacionais.

E a empresa tem conhecimento de causa, já que implementou a solução de energia e refrigeração de data center para o maior supercomputador da Espanha e oitavo maior da Europa, o MareNostrum, alocado na Universidade de Barcelona.

Com a missão de suportar de duas a três gerações de upgrade tecnológico e instalar 2.560 blades (que processam até 94.21 teraflops) dentro dos limites da arquitetura de uma igreja gótica do século 18, o case tornou-se, segundo Diniz, estado da arte para equipamentros de alta densidade.

Não significa, no entanto, que apenas projetos milionários devam se preocupar com eficiência energética. Para tornar-se verde, o primeiro passo é diagnosticar seu datacenter, independente do porte da empresa, declara o executivo.

Seis problemas geralmente ignorados podem fazer uma enorme diferença, na opinião de Diniz: corredores quentes e frios desalinhados às fileiras de racks; ar-condicionado e nobreaks velhos; concentração irregular de equipamentos, cabos que bloqueiam a passagem de ar, buracos no piso do data center e exaustão deficiente.

“Melhorias em aspectos como estes garantem, mais do que sustentabilidade, economia para a própria empresa em decorrência da redução  do consumo de energia ”, completa. (Fonte: Baguete)

Eco4planet, O Buscador Ecológico


Você usa o Google como busca padrão? Então, por que não trocar seu bookmark para o Eco4Planet? Este é um site que lança mão do mesmo mecanismo de buscas do Google, só que, a cada 50 mil pesquisas realizadas, uma árvore é plantada no Brasil.

É como se fosse o próprio Google, só que com um outro visual e com a vantagem do plantio das árvores. O site é todo preto, e isso gera uma economia de até 20% de energia se comparado a uma tela branca. Só para você ter idéia: se o mundo inteiro utilizasse esse buscador com a tela preta, seriam economizados cerca de 7 milhões de kilowats-hora em um ano, ou o mesmo que 58 milhões de computadores desligados por 1 hora.

Você pode, ainda, baixar wallpapers ecológicos e ler o blog do projeto, que traz, todos os dias, vários posts referentes ao meio-ambiente. Se você gostou da dica, defina já o Eco4Planet como página inicial de suas buscas e ajude o meio ambiente. Você pode, também, colocar banners do Eco4Planet em seu próprio site, ajudando a espalhar, ainda mais, a notícia por aí. O planeta agradece!

Link do Site: eco4planet

Tendências de TI para a nova década


Todos sabem que 2009 foi um ano complicado para a TI em praticamente todos os mercados por conta da recessão global. Mas na América Latina, especialmente Brasil, o impacto negativo foi menor. Apesar disso, assistiu-se à postergação de projetos que devem acontecer neste ano. O início de 2010, aliás, é considerado bastante positivo por diversas consultorias e, com isso, multiplicam-se previsões e tendências para a região.

A Frost & Sullivan separou algumas tecnologias que considera como as principais tendências para América Latina ao longo de 2010. Confira:

- Computação em nuvem: a consultoria acredita que depois de experimentar os benefícios da virtualização e o poder de processar, armazenas e distribuir dados por meio de redes, os provedores trabalham, neste momento, em alta escalabilidade de serviços. E muitas destas tarefas poderão ser executadas no ambiente cloud.

- Verticalização das soluções de TI: de acordo com a Frost & Sullivan, nos últimos três anos, as empresas da região se esforçaram muito para personalizar aplicativos para suas realidades. E as principais verticais que contavam com soluções prontas são finanças, telecom e governo. Mas a consultoria vê interesse crescente em varejo, educação e saúde no curto prazo.

- Virtualização total: VMware, Citrix e Microsoft, as três companhias mais ativas em virtualização, estão otimistas com os níveis de adoção previstos para 2010. E uma tendência observada é de virtualização total, incluindo servidores, armazenamento, redes e desktops.

- Serviços de segurança gerenciados: este mercado já apresentou forte crescimento em 2009, de acordo com a Frost & Sullivan. A compra de hardware de segurança de rede e licenças de software, além do gerenciamento de redes in-house, tem provado ser financeiramente desvantajoso e esta prática está, atualmente, limitada à vertical finanças.

- TI verde: tecnologias como virtualização, prevê a consultoria, devem liderar o mercado de green IT na região. A Frost & Sullivan lembra ainda que as fabricantes têm investido em pesquisa e desenvolvimento para iniciativas de reciclagem, melhora da eficiência dos produtos e redução do consumo de energia.
Fonte: Reseller Web

Itaú é finalista em premiações internacionais de TI Verde


Como reconhecimento aos investimentos do Itaú em tecnologias sustentáveis, o banco se tornou finalista de duas importantes premiações internacionais que reconhecem práticas de eficiência em TI e responsabilidade socioambiental: o Ethical Corporation Awards, promovido pela instituição que dá nome ao prêmio, e o Green Enterprise IT Awards, realizado pela Uptime Institute.

Os reconhecimentos se devem às iniciativas de TI Verde, que preveem a integração das ações de eficiência tecnológica, como aquelas destinadas à redução do consumo de energia, emissão de gases de efeito estufa e ao descarte adequado de materiais do ponto de vista ambiental.

O programa de descarte sustentável de lixo eletrônico, inscrito nos prêmios, já enviou para reciclagem mais de 175 toneladas de equipamentos obsoletos de TI, entre outros materiais. O projeto contempla também campanhas para os funcionários do banco, que podem levar aparelhos quebrados ou sem uso para a instituição, a fim de que seja feito o descarte correto.

“Essa iniciativa abrange aspectos como economia de energia, com a aquisição de equipamentos mais eficientes, e o descarte correto do ponto de vista ambiental dos aparelhos substituídos”, afirma João Bezerra Leite, diretor da área de Infraestrutura e operações de TI do Itaú. “Além disso, viabilizamos também aos colaboradores que deem um destino correto aos equipamentos que não usem mais”, diz o executivo.

Outro projeto inserido dentro das ações realizadas pelo programa TI Verde é a virtualização de servidores, que reduziu o espaço físico ocupado com equipamentos, simplificou a infraestrutura existente e agilizou a implantação de novos serviços. “Além disso, a virtualização permitiu a evolução dos nossos processos de contingência e uma otimização em consumo anual de energia da ordem de 3,7 GWh”, destaca Bezerra.

TI Verde no Itaú
O Itaú tem o desenvolvimento de novas tecnologias e o aperfeiçoamento de sistemas como alguns dos pilares de seu sucesso. Desde 2004 o banco investe em programas e iniciativas para reduzir os impactos ambientais de seus produtos e serviços, com medidas focadas na redução consumo de energia, emissão de CO2 e estratégias direcionadas à sustentabilidade financeira. Em 2008 foi implementado o programa TI Verde, que prevê a integração de ações de eficiência de tecnologias com a redução de consumo de energia e a sustentabilidade do uso de materiais junto ao meio-ambiente. O programa é alinhado ao conceito triple bottom line – ou seja, de que a sustentabilidade deve incorporar a preocupação com as esferas econômica, social e ambiental de uma organização. Em 2009, o orçamento da área de tecnologia do banco foi de cerca de R$ 3 bilhões.

Fonte: Comunicação Corporativa – Itaú Unibanco

http://www.elogieaki.com.br/noticia/000001891/itau-e-finalista-em-premiacoes-internacionais-de-ti-verde.aspx

Legislação pode acabar com TI Verde de fachada


Política Nacional de Resíduos Sólidos levará empresas a tratarem sustentabilidade seriamente e não somente como elemento de marketing.

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, pode transformar a política de sustentabilidade das empresas de tecnologia do País. O projeto de lei, que tramita no Senado Federal, obriga o gerador do resíduo a dar a destinação final adequada, com critérios ambientalmete corretos.

A nova legislação nacional também deve limpar o mercado brasileiro do ‘marketing verde de fachada’, mais conhecido como ‘greenwash’, alerta o diretor de operações da HP para o Mercosul, Kami Saidi , que é responsável pela sustentabilidade ambiental da companhia. “Há empresas que vendem a ideia de sustentabilidade, mas não aplicam os processos corretos”, critica.

Na visão de Saidi, com as novas regras do governo, a separação entre o marketing e a prática sustentável deve ficar mais visível ao consumidor. “O fato de você plantar uma árvore para cada produto vendido não é sustentável. Você pode estar fazendo bem à natureza, mas tem de contar ao cliente o que está fazendo com o seu produto”.

O Greenpeace está na cola das empresas que não cumprem metas de redução de componentes tóxicos em seus equipamentos. Além de divulgar seu ‘ranking verde’ atualizado, a organização não-governamental chega a cobrar pessoalmente que as empresas sigam suas metas.

Com uma regulamentação, observam os especialistas, o grande ativista do mercado brasileiro será o consumidor. Além de questionar o destino ambiental da próxima máquina que adquirir para sua casa ou empresa, também será responsável pelo descarte adequado de seus eletrônicos.

O gerente de sustentabilidade da Itautec, João Carlos Redondo, acrescenta que grande parte dos clientes já tem colocado características ambientais entre as exigências para a aquisição de novos produtos, entrando em conformidade com características ambientais internacionais. “E não custa mais caro”, garante o executivo. O ciclo sustentável ideal, segundo ele, não deve afetar o bolso do cliente.

Campanhas de incentivo junto ao consumidor são fundamentais para que o ciclo de reciclagem ganhe força no Brasil, afirma o diretor de diretor de pós-venda da Nokia do Brasil, Luiz Xavier. “Hoje, apenas 3% dos aparelhos são destinados pelo consumidor para reciclagem. A empresa vai fazer o papel dela, mas o usuário também precisa ter um pouco de conscientização sobre a escolha e o descarte destes produtos”, completa Ricardo, da Umicore. “Um pequeno gesto faz com que a gente faça a coisa certa”, finaliza.

Para o sociólogo e cientista político Sergio Abranches, a aprovação da Política Nacional de Resíduos Sólidos deve ocorrer a curto prazo e alinhar o Brasil a regulamentações ambientais já existentes há anos em países da Europa e nos Estados Unidos.

Autor do blog Ecopolítica e comentarias da rádio CBN, Abranches lança em agosto um livro com o título provisório de “Depois de Copenhague” (Editora Civilização Brasileira /Record), analisando a situação ambiental do mundo a partir do debate da Conferência de Copenhague, realizado em dezembro de 2009.

Em entrevista à Computerworld, Abranches destaca que as novas regras também vão acabar com a ‘fachada verde’ adotada por muitas empresas apenas como estratégia de marketing. Segundo ele, a adoção de políticas sustentáveis sérias tende a trazer economia, não representar custos, além de atrair o consumidor brasileiro sempre em busca de um diferencial.

Com uma legislação apropriada, o descarte correto de eletroeletrônicos deve transcender estratégias de marketing?
Chegamos ao limite da possibilidade de qualquer empresa fazer ‘greenwash’ porque o consumidor também está mais exigente. Além disso, é impossível termos uma disparidade de regras ambientais em diferentes países – a maior parte das empresas de eletroeletrônicos é transnacional e o consumidor lá fora também cobra uma postura desta empresas.
Há ainda uma parcela considerável de consumidores corporativos que também é pressionada por exigências de mercado e compliance com mecanismos globais. isso não fi ca mais da porta para dentro. É preciso fazer cálculos de sustentabilidade e prestar contas ao mercado. Por este motivo, acabou a fase do marketing e passamos para a obrigação. Toda a gestão de uma empresa deve ser sustentável.

O fabricante que reajustar os preços de seus produtos por conta da adequação ao Plano Nacional de Resíduos Sólidos está sendo sustentável?
Há uma especificidade no mercado brasileiro que envolve a cultura da transferência de preço diante de qualquer custo extra que a empresa tenha de absorver. Temos uma tolerância peculiar a preços mais altos neste sentido.Nos setores mais competitivos, a empresa que praticar este reajuste pode perder mercado – assim como ocorre no exterior. Acho que o consumidor não tem de ‘pagar um prêmio’ porque a empresa é sustentável. este não é um ‘serviço’ que você tem de comprar.
Por outro lado, quando a empresa faz um trabalho realmente sério de redução de pegadas – emissões de carbono, lixo eletrônico e uso de componentes tóxicos em produtos – vai observar ganhos em economia de energia e reaproveitamento de materiais, por exemplo. e mesmo que a empresa passe a usar um material não tóxico, que seja mais caro, o consumo deve ser menor. na maioria dos casos, a ‘iniciativa verde’ significa redução de custos, quando se trata da visão integral do ciclo de vida do produto.

Qual é a sua opinião sobre políticas de incentivo fiscal para empresas que possuem programas de reciclagem, como créditos em IPI (Imposto sobre produtos industrializados), por exemplo?
A questão é que toda a estrutura de incentivos fiscais no Brasil está errada. Temos incentivos para o uso de combustível fóssil, quando o correto é que eles sejam direcionados a empresas que investem em energia renovável. no Brasil, o incentivo faz sentido em questões fundamentais como esta, mas acabamos gerando uma política do ’desconto’.

O consumidor brasileiro já é mais consciente em relação a produtos ‘verdes’? Ele vai forçar as empresas a adotarem boas práticas de sustentabilidade?
o Brasil tem um comportamento de consumo variável. Assim como nos Estados Unidos, há um processo vertiginoso de renovação de status – um consumidor da classe D no supermercado mira sempre o produto da classe A. É uma sociedade que também está disposta a comprar qualidade, mas tem um orçamento limitado.

Pesquisas indicam que o consumidor com maior renda é mais consciente quanto à escolha de produtos sustentáveis, mas você encontra consumidores das classes c e D que também gostariam de comprar estes produtos. se o item for mais caro, somente a faixa de alta renda vai optar por ele. se o preço for o mesmo, os consumidores vão optar pelo ‘verde’ que também é sinônimo de status, sofisticação e distinção na sociedade.

Agora que foi aprovado na Câmara dos Deputados, o Plano Nacional de Resíduos Sólidos (PNRS) pode ser regulamentado ainda este ano?
Acho que a legislação vai ser aprovada em curto prazo porque não há muito o que contestar. ela passou agora – após 19 anos em tramitação – porque a maior parte dos setores que oferecia resistência já faz reciclagem. os bancos, por exemplo, tinham problemas com o descarte de ATMs e hoje o destarte já é auditado pelas empresas. no setor corporativo, a questão dos resíduos sólidos já está incorporada. só que entramos em fase eleitoral este ano, o que torna o processo lento. Acredito que logo no início da nova legislatura teremos a regulamentação.

http://computerworld.uol.com.br/gestao/2010/05/06/legislacao-pode-acabar-com-ti-verde-de-fachada/

Veículos da Ford mais verdes


A Ford Motor anunciou nesta quinta-feira, 22, um grande passo para a produção de veículos ecologicamente mais corretos nos Estados Unidos. De acordo com a companhia, cerca de 85% do peso de alguns automóveis da empresa terão como matéria-prima componentes recicláveis.

O novo tipo de composição substituirá o plástico produzido a partir do petróleo, por exemplo. Para se ter uma ideia, os encostos de cabeça dos bancos de determinados veículos serão feitos de soja e biomassa. Os tecidos dos bancos, por sua vez, serão produzidos a partir de fios reciclados.

Modelos como Focus, Lincoln MKS, Lincoln Navigator, Escape, Expedition, Econoline, Flex Mercury serão montados com essas novidades.

http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=11333&/VEICULOS+DA+FORD+MAIS+VERDES

Guia de TI Verde lista empresas que rimam tecnologia com sustentabilidade


Grandes empresas de tecnologia da informação como Google, IBM e Microsoft são hoje responsáveis por 2% das emissões globais de gás carbônico, com potencial de se tornarem ainda mais vilãs. Agora, duas boas notícias: Não só as mesmas empresas podem prover soluções que mudam este cenário, como estão, graças à nossa pressão, dispostas a fazê-lo. É o que comprova a terceira edição do Relatório Cool IT – Guia de TI Verde.

Se aplicadas de forma inteligente, novas tecnologias podem gerar cortes de até 15% de emissão de carbono em setores como indústria, construção e transporte até 2020. Sistemas de distribuição e armazenamento de energia mais eficientes, casas e prédios sustentáveis, softwares inovadores de transmissão de dados e ferramentas que poupem tempo e dinheiro, como vídeo-conferência e plataformas de navegação em nuvem são alguns dos exemplos de como TI, ou Tecnologia da Informação, pode caminhar em favor do meio ambiente.

Para que isso aconteça, no entanto, é preciso pressionar os gigantes. Na contramão deste imenso potencial, a pegada de carbono das empresas de TI só faz crescer, grande parte das oportunidades permanece inutilizada e poucos são os estudos que mostram como este cenário será modificado. De olho no problema, o Greenpeace reúne pela terceiravez as mais importantes e influentes empresas do ramo – Cisco, Dell, Ericsson, Fujitsu, Google, HP, IBM, Intel, Microsoft, Nokia, Panasonic, Sap, Sharp, Sony e Toshiba – na terceira edição do relatório Guia de TI Verde.

Entram em jogo três principais critérios de avaliação: esforços em desenvolver e oferecer soluções tecnológicas que contribuam para a redução de emissão no mundo, com objetivos mensuráveis e ambiciosos, iniciativas internas de diminuir a própria pegada de carbono e uso de renováveis dentro de fora de casa e engajamento político frente a outras marcas e ao círculo científico, o popular lobby. Em cada critério, somam-se pontos, em um total de 100. No quadro ao lado, confira a nota alcançada por cada empresa em cada um dos critérios.

Quemfezbonito, quem ficou atrás

A Cisco liderou o ranking, ficando acima da média – 62 pontos, quase dez a mais que o segundo lugar, a Ericsson. A empresa ofereceu boa gama de soluções de redução de energia em áreas como arquitetura e telecomunicação e trouxe novidades no setor das chamadas Smart Grids – redes inteligentes de distribuição de energia. Já sua concorrente, a IBM, não passou dos 42. Apesar de liderar reduções de suas próprias emissões, a empresa não esclarece como suas futuras ambições em direção ao segmento de computação nas nuvens poderá se harmonizar com menores gastos energéticos.

A Ericsson fez bonito com um estudo que mede o impacto de soluções energéticas para o corte de emissões de carbono. O Google foi a empresa que demonstrou maior potencial em modificar posturas, liderando um movimento político junto a outras marcas rumo a um futuro mais limpo.

A gigante do mercado, no entanto, não apresentou metas de redução de energia e peca por falta de transparência, ao não revelar os seus percentuais de emissão. A Microsoft, maior empresa de software do mundo, decepcionou. Apenas recentemente começou a demonstrar interesse em diminuir sua pegada de carbono e, apesar de ser uma das empresas de mais influência política no mundo, não reserva espaço na agenda para falar de soluções ambientais.

Carbono Brasil

http://www.domtotal.com/noticias/detalhes.php?notId=207836

Lixo eletrônico terá inventário


Terça-feira, 11 de maio de 2010 às 13h40

A partir de agora, todo lixo eletrônico produzido no país terá um inventário. O acordo assinado nesta segunda-feira, 10, pela ministra do Meio Ambiente, Isabella Teixeira, e o Cempre (Compromisso\ Empresarial para a Reciclagem) tem como objetivo estimular as empresas a recolherem seu lixo eletrônico para a reciclagem.

“Saiu um relatório da Organização das Nações Unidas (ONU) dizendo que o Brasil é o quarto ou quinto país no mundo em número de lixo eletrônico, e nós vamos fazer agora um inventário para saber qual o comportamento do nosso País diante do problema”, disse Isabella Teixeira.

Um documento do Programa Nacional das Nações Unidas para o Meio Ambiente (Pnuma), aponta que o mundo produz, a cada ano, cerca de 40 milhões de toneladas de lixo eletrônico e que o Brasil está entre os maiores produtores. Segundo a ministra, a ideia do inventário é dimensionar o tamanho do lixo eletroeletrônico brasileiro e o destino que é dado a ele.  

Além do inventário, também foi criado um site para informar o consumidor sobre como deve ser realizada a devolução de seus eletrônicos.

Para estimular os consumidores, o ministério está estudando a adoção de medidas, como a redução de impostos ou a distribuição de cupons de troca por outros produtos.

Atualmente tramita no Senado Federal o projeto da Política Nacional de Resíduos Sólidos. A expectativa é de que ele seja votado e aprovado no fim deste mês e sancionado pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva no dia 5 de junho, Dia Mundial do Meio Ambiente.

http://olhardigital.uol.com.br/digital_news/noticia.php?id_conteudo=11755&/LIXO+ELETRONICO+TERA+INVENTARIO

Fabricantes usam TI Verde como arma para aumentar vendas


3Com, Nortel e D-Link iniciaram uma batalha para mostrar ao mercado quem é mais “verde”. Estratégia visa reforçar melhor custo-benefício de produtos que economizam energia e que, no atual momento de aperto financeiro, podem reduzir o custo total de propriedade da infraestrutura de comunicação.

O presidente mundial da 3Com, Ron Sege, esteve pela primeira vez no Brasil esta semana para dizer que a companhia está em reconstrução. E não apenas da sua estratégia comercial, mas do ponto de vista do marketing e de inovação. A empresa faz questão de reforçar, por exemplo, uma característica que considera marcante no seu portifólio de produtos: o custo total de propriedade (TCO).

“Neste momento de investimentos racionalizados, as empresas devem avaliar muito bem as características de um produto antes de investir, e as novas soluções da 3Com estão preparadas para entregar o melhor custo-benefício aos nossos clientes”, disse Adriano Gaudêncio, presidente da subsidiária brasileira, durante a coletiva de imprensa em que apresentou Sege.

Dentro do custo total de propriedade, além de uma manutenção menos freqüente e mais fácil, a 3Com defende a aderência dos produtos ao conceito de TI Verde, em síntese, produtos que consomem menos energia elétrica – em torno de 25% de economia, no caso da 3Com.

A empresa de Ron Sege, no entanto, não está isolada nesta defesa. Nos últimos dias, Nortel e D-Link comunicaram ao mercado brasileiro as suas respectivas visões sobre a proteção do meio ambiente. A primeira por meio da divulgação do caso de sucesso da Voxline – provedor de serviços de contact center, que estima uma queda de 65% no consumo de energia elétrica após instalar as soluções de convergência e telefonia IP da Nortel, o Nortel Contact Center 6.0 e o CS1K.

Foram implementadas quase 800 PAs baseados em tecnologia IP juntamente com uma nova infraestrutura, com switches ERS (Ethernet Routing Switch) 8600 no Core e ERS4500 na borda. Em comunicado, a Nortel afirma: “Ao analisar o período de um ano, o Voxline economizou 123.617,8 quilowatts de energia, 421,8 milhões de Btus ou R$ 84.134,27 (65%) em custo para manter a operação”.

Já a D-Link intensificou suas ações em torno do desenvolvimento de soluções aderentes ao que batizou de Green Ethernet. O novo portifólio inclui switches, roteadores Wi-Fi, storages e porta-retratos digitais habilitados para internet, e a empresa promete, para breve, o lançamento dos adaptadores de rede Powerline também na versão “verde”.
Os novos produtos fazem parte de um programa da companhia que visa adaptar todas as suas soluções ao conceito Green Ethernet, cujos pré-requisitos são: economia de energia; aderência às iniciativas verdes – tais como WEEE (Resíduos de Equipamentos Eletro-Eletrônicos), RoHS (Restrição de Substâncias Perigosas) e ENERGY STAR (gerenciamento de energia); e utilização de embalagens ecológicas sustentáveis – tais como o design sem tinta de soja.
“Passamos por um extenso processo para adaptar os nossos produtos ao conceito de tecnologia verde, já que eles devem atender a requisitos e iniciativas específicos antes de serem qualificados”, afirma Adriano Luz, gerente de marketing de produtos da D-Link Brasil.
Defendendo o meio ambiente, os fabricantes de dispositivos de rede seguem defendendo o próprio bolso, já que se alinham a uma tendência mundial de corte de custos. “Ninguém investiria em TI Verde se não enxergasse benefícios financeiros”, reconheceu Adriano Gaudêncio, da 3Com.

 

fonte:  http://www.ipnews.com.br/voip/infra-estrutura/qualidade/fabricantes-usam-ti-verde-como-arma-para-aumentar-vendas.html

Leis da TI verde


Conheça as leis internacionais que podem levar a TI a ser mais responsável com o meio ambiente

• Restriction of Hazardous Substances (RoHS). Restringe o uso de substâncias nocivas na fabricação de equipamentos elétricos e eletrônicos

• Waste from Electrical and Electronic Equipment (WEEE). Estabelece as diretrizes para o tratamento adequado do lixo eletrônico

• ISO 14 000. Série de normas que especificam os elementos de um sistema de gestão ambiental
• Leadership in Energy and Environmental Design (LEED). Benchmark de avaliação do grau de sustentabilidade de data centers e edifícios em geral

Atos Origin investirá 1 milhão de euros no Brasil


Cloud computing, ambiente virtualizado e TI verde são áreas confirmadas no projeto

De olho na ampliação dos negócios no País, a Atos Origin anunciou investimentos de um milhão de euros na subsidiária brasileira. O aporte servirá, como explicou ao IT Web o diretor de operações da companhia no Brasil, Daniel Amorim, para promover atualização tecnológica na oferta de outsourcing da empresa.

O executivo lembrou que o projeto foi recém aprovado e ainda é prematuro para fornecer muitos detalhes do que será executado até o final deste ano. Mas Amorim adiantou, entretanto, que três áreas da TI terão forte presença no plano de atualização: ambiente virtualizado, cloud computing e green IT.

“Faremos uma atualização trazendo nosso data center para o mundo mais atualizado”, aponta Amorim. Quando questionado sobre o conceito de computação em nuvem, o diretor de operações se limitou a explicar que haverá revisão no portfólio de serviços ofertados para os clientes.

Ele lembrou ainda que todo esse investimento será alocado na área de infraestrutura da companhia. Vale lembrar que a Atos Origin atua em duas vertentes: service desk e full outsourcing, sendo que a verba está canalizada nesta segunda.

Copa 2014

Sem confirmar nada, mas dando a entender que a empresa entrará forte na disputa pelo fornecimento de TI para a Copa do Mundo de 2014, que será sediada pelo Brasil, Amorim afirmou que “gostaria muito de estar pronto para oferecer (os serviços)”.

A Atos Origin tem um longo histórico no fornecimento de tecnologia para competições esportivas. No Brasil mesmo a companhia prestou serviços durante os Jogos Pan e Parapanamericanos, realizados em 2007, no Rio de Janeiro. “Queremos ser candidatos naturais (para a Copa)”, dispara Amorim.

Para ampliar seu currículo na área, a companhia já possui contrato fechado para atuar nos Jogos Olímpicos de Inverno 2010, a ser realizado em Vancouver, Canadá, e para a Olimpíada 2012, em Londres. Para os jogos de inverno, a Atos Origin já trabalha na implantação de um sistema de credenciamento online, o primeiro do gênero.

fonte: http://revistageracaosustentavel.blogspot.com/2010/01/reducao-de-co-nos-jogos-olimpicos-de.html

MOSTRE SEU VALOR POR UM BRASIL MELHOR



O que precisa mudar no Brasil para a vida de todos melhorar? Essa foi a pergunta da campanha Brasil Ponto a Ponto, realizada em 2009 pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), que teve o apoio da Natura, entre outras organizações.

Na ocasião, cerca de meio milhão de brasileiros respondeu que o caminho para um país mais justo se constroi por meio da prática de valores humanos em nossas vidas. Por isso, “valores” foi o tema que a sociedade escolheu para o Relatório de Desenvolvimento Humano Brasil 2009/2010, um documento produzido desde 1990 em que se discute, a cada ano, um assunto importante para a melhoria das condições de vida da população.

“Sem valores humanos não há desenvolvimento. De nada adianta investirmos em educação, segurança e saúde, se não houver respeito, responsabilidade, humanismo e tolerância entre as pessoas”, diz Flávio Comim, coordenador do relatório.

Um manifesto assinado por ações

São os princípios que determinam as nossas decisões e posturas em relação à vida. Mas, que benefícios para a sociedade podem trazer os valores éticos e morais se eles ficarem somente na reflexão, distantes do dia a dia das pessoas. Esses princípios só alcançam resultado coletivo quando são praticados e transformados em atitudes concretas.

E é para ajudar a colocar essa ideia em prática, que estamos apoiando a campanha Mostre seu Valor. Ela foi pensada para que cada brasileiro possa dizer que valor humano é mais importante para ele e o que está disposto a fazer para praticá-lo.

A sua opinião é muito importante! Para participar, basta acessar o site http://www.mostreseuvalor.org.br e assinar o “Manifesto por um Brasil de Valor”, registrando como as suas atitudes podem fazer a diferença para termos um país mais justo.

Vivendo valores

Viver intensamente no dia a dia os valores que acreditamos não é um bicho de sete cabeças. Isso pode ser feito de maneira simples, seja em casa, no ambiente de trabalho ou em nossa comunidade. Veja alguns exemplos.

O bem público é responsabilidade de todos e não apenas dos governantes. Não jogue lixo na rua, mantenha a sua calçada em boas condições, cuide para que a pracinha da esquina esteja limpa e seja um bom espaço de convívio.

Seja íntegro em suas condutas pessoais. Diga a verdade, evite palavras grosseiras, falta de respeito e discriminação. Seja gentil e sorria mais.

Dê bons exemplos a suas crianças, sejam filhos, sobrinhos ou amigos. Eduque-os com afeto e normas consistentes, que vão auxiliar na formação dos valores.

Procure balancear as horas trabalhadas com as dedicadas à família. Dentro do possível, estimule a amizade entre seus colegas. Alimente uma boa rede de relações. Procure ouvir o que os outros têm a dizer.

Para saber mais:
Acesse
www.mostreseuvalor.org.br


fonte: http://scf.natura.net/Conteudo/Default.aspx?MenuStructure=3&MenuItem=21&titulo=Por+um+Brasil+de+valor&pagina=/2010/04/30/por-um-brasil-de-valor/


USP monta centro para receber lixo eletrônico


A Universidade de São Paulo (USP) deu início neste ano ao funcionamento de um centro de descarte e reuso de resíduos de informática. Pioneiro na sua modalidade em órgão público e instituição de ensino superior, o centro pretende descartar adequadamente ou reciclar lixo eletrônico, como equipamentos obsoletos de informática e de telecomunicações.

Nos primeiros meses de operação, o centro vai priorizar o tratamento do lixo eletrônico da própria USP. No decorrer do ano, começará a receber o lixo eletrônico da comunidade. As pessoas que tiverem equipamentos eletrônicos obsoletos poderão agendar o descarte ou obter informações pelo e-mail cedir.cce@usp.br.

Os equipamentos que forem reciclados serão emprestados a instituições de inclusão digital. Esses equipamentos cumprirão vida útil estimada em dois anos e depois retornarão ao centro para o descarte final correto.

fonte: http://tecnologia.terra.com.br/interna/0,,OI4210538-EI4801,00-USP+monta+centro+para+receber+lixo+eletronico.html

JAPÃO GANHA COM RECICLAGEM DE CELULARES


A primeira reportagem da série sobre lixo, o correspondente Roberto Kovalick mostra a reciclagem de celulares velhos e o aproveitamento dos metais que resultam desse processo.

Nesta reportagem o Jornal Nacional tratou  de uma ameaça ambiental que não depende de acidente nenhum. Ao contrário: ela cresce no mundo todo dentro da mais absoluta normalidade. A ameaça do lixo.

Na reportagem o repoter Roberto Kovalick mostrou o destino dos celulares velhos num país que é sinônimo de tecnologia.

A REPORTAGEM

Um bairro em Tóquio é o paraíso dos apaixonados por eletrônica, dos maníacos por videogame, que jogam na calçada mesmo para aproveitar que a loja ao lado oferece conexão com internet de graça. O nome é Akihabara. O apelido: a cidade elétrica.

As últimas novidades tecnológicas costumam chegar ao bairro antes de desembarcarem no resto do planeta. E os japoneses gostam de ter o último modelo. Seria natural imaginar que produzam muito lixo eletrônico e que haja desperdício.

EXEMPLO A SER SEGUIDO

Não é o que acontece, como descobriu um brasileiro. O telefone da namorada do estudante Hendrik Lindelauf caiu no chão e quebrou. Como fazem os japoneses, ele devolveu o telefone para a loja da operadora. “A gente descobriu a loja é foi uma boa contribuição pra ecologia”.

O aparelho é perfurado para inutilizar a memória e assim impedir o roubo dos dados do usuário.

O que é impressionante é que, para devolver os telefones, os japoneses não recebem nem um centavo, nem desconto na compra de um modelo novo. Fazem isso porque aprendem desde pequenos a reciclar.

O DESTINO DO LIXO TECNOLOGICO

Os telefones são levados para empresas como uma, no oeste do Japão, que pertence a uma das maiores mineradoras do país. Duas vezes por semana, a companhia recebe um caminhão lotado de caixas, enviadas pelas lojas. Lá dentro, milhares de telefones. Tudo é reaproveitado: baterias, carregadores, CDs de instalação de programas e até o papelão das caixas usadas no transporte. Também são reciclados outros equipamentos, como copiadoras.

ACREDITEM !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!

O QUE PODE SER ENCONTRADO EM UM CELULAR E SUA UTILIDADE

Num único celular há uma pequena quantidade de metais, que quase não tem valor. Mas num número tão grande de aparelhos, aí já é diferente. Num dia, chegaram 50 mil celulares à empresa, uma mina de ouro e de outros metais como prata, cobre e platina.

Esses metais servem para pagar o custo da reciclagem. É um processo demorado. Primeiro, os sacos cheios de celulares são colocados numa espécie de panela de pressão gigante. Eles vão, praticamente, cozinhar a uma temperatura de 500ºC.

Doze horas depois, o que resta é um entulho negro, que vagamente lembra que foi feito a partir de telefones. O plástico é transformado num óleo combustível, usado para fazer funcionar as máquinas da fábrica.

O engenheiro explica que os metais precisam ser reciclados porque o Japão é um país pobre em recursos naturais. Metais como ouro e cobre são importados. “Quanto mais reciclarmos, menos vamos comprar de outros países”, diz ele.

Aí vem a fase final. Aquele entulho negro é levado para a separação, de onde saem os tão valiosos metais.

O RESULTADO

O resultado a gente encontra em lojas de Tóquio. Tudo que é vendido é feito, em parte, com metais retirados do lixo eletrônico, como um cordão de prata com pingente folhado a ouro. Mas a prova mais valiosa de que vale a pena reciclar está numa barra com 10 quilos de ouro.

A barra vale cerca de R$ 700 mil. O diretor da mineradora explica que uma parte é feita de material reciclado. O resto saiu de minas ao redor do mundo. No ano passado, 24% do ouro produzido pela empresa vieram de aparelhos eletrônicos ou objetos folhados com metal.

A gerente da loja conta que ninguém até agora apareceu para comprar essa barra. Mas muita gente leva as menores, que custam menos. É uma forma de poupança.

As empresas de produtos eletrônicos também são clientes importantes. Usam o metal para produzir equipamentos novinhos em folha, que – daqui a algum tempo – vão seguir o mesmo caminho da reciclagem.


Jornal Nacional

Edição do dia 03/05/2010

03/05/2010 20h30 – Atualizado em 03/05/2010 21h13




Desde a chegada de Barack Obama à Casa Branca, a preocupação com o meio ambiente tem sido mais evidente. Acordos como o Protocolo de Kyoto, validado até agora pela maior parte das potências mundiais e que, provavelmente, receberá o respaldo dos norte-americanos ao longo do próximo ano, fazem com que as empresas passem a incluir em seus propósitos políticas mais ecológicas.

Um dos setores que mais têm poder decisivo nesse aspecto é o tecnológico, já que proporciona a todo tipo de organização as soluções necessárias para reduzir suas emissões de CO2 e fazer com que os Centros de Dados consumam menos energia ou acabem com o uso excessivo de papel.

ecoinovacao

Mesmo com as novas tecnologias, o papel continua sendo um dos principais meios de difusão da informação e seu consumo não para de crescer, o que provoca efeitos devastadores ao meio ambiente, tal como a derrubada de arvores, limitação da biodiversidade, utilização de produtos químicos que danificam o ambiente e a saúde.

As tecnologias ‘verdes’, também chamadas de Green IT têm sido citadas nas agendas dos gestores das mais importantes organizações nacionais e internacionais. E, ainda que importantes avanços estejam ocorrendo, continuam representando um grande desafio. Isto se deve a dois fatores: a grande envergadura dos projetos tecnológicos que têm sido postos em marcha e o custo que acarretam, podendo ser implantados apenas por companhias de grande porte.

Hoje existem fórmulas mais econômicas e fáceis de ser implantadas, capazes de atender à preservação do meio ambiente e, ao mesmo tempo, resultar em significativas reduções de custos. Uma das ações mais importantes é o controle das impressões de documentos, ação que pode trazer benefícios para o meio ambiente, mas também para o patrimônio das organizações.

De acordo com uma das líderes na fabricação de software para documentos, a DocPath, implantar um sistema de controle de impressão levará os colaboradores a pensar muito mais antes de mandar imprimir um documento, a eliminar a impressão de trabalhos de caráter pessoal e a outorgar direitos para imprimir em cores somente a determinadas pessoas.

Investir na conscientização dos colaboradores por meio de treinamentos e palestras é outra maneira de reduzir os números do desperdício de papel. Além disso, dispor de ferramentas para a geração de documentos eletrônicos ajuda a evitar os custos associados à impressão e ao armazenamento de papel. A otimização dos processos de impressão pode significar uma redução de até 30% nos custos de impressão.

fonte: http://www.openinnovatio.org/2009/11/30/ti-verde-desafio-empresas-2010/

Economizar energia vale o quanto pesa em TI


Nenhuma empresa mais tem vocação para ser “sócia da Light”. A onda da TI verde alterou o modo como as empresas enxergam seus investimentos em TI. Uma pesquisa realizada pelo Departamento de Energia dos Estados Unidos em parceria com a Universidade de Stanford mostra que, nos últimos sete anos, os custos com energia aumentaram em torno de 40%. O resultado não só pesa no bolso das empresas, como está aliado a uma das grandes preocupações da atualidade: o problema do aquecimento global.

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Descarte de hardware exige responsabilidade


Uma das maiores preocupações de empresas que trabalham com hardware é o que fazer com os equipamentos que estão obsoletos. Se é possível fazer o reaproveitamento de componentes, uma parte do problema está resolvido. Mas e quando o destino de mainframes, PCs, placas de circuito, monitores, impressoras etc deve ser o lixo. Reciclar não é apenas uma boa prática, mas essencial para garantir um negócio sustentável e responsável em relação ao meio ambien

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TI Verde já é prática essencial nos departamentos de TI


As estratégias e soluções de TI Verde já despertam grande interesse nos executivos seniores de TI em todo o mundo, não só por conta da redução de custos trazida por práticas dessa natureza, mas também como parte das iniciativas de responsabilidade sócio-ambiental das instituições.

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A terceira revolução industrial


Um gigantesco parque eólico offshore no mar do Norte, uma grande usina geotérmica perto de Hannover e um projeto bilionário de energia solar no deserto. A Alemanha enfrenta, em grande estilo, os desafios da mudança climática com alta tecnologia verde

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Preocupado com o Green IT? conheça o GRANOLA


Este não é um post doido do Hara sobre tecnicas de emagrecimento e boa forma, ok?

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Para quem não sabe o GRANOLA é uma ferramenta gratuita que permite estabelecer politicas de gerenciamento de energia sem denegrir muito a performance da maquina. A ferramenta é bem simples, facil de instalar, e permite que vc tenha relatorios de utilização e dados de economia de energia. Achei bem interessante a ferramenta, pois o consumo em processamento na maquina é minimo, imperceptivel. Alem disso os dados de GreenIT que ela me oferece são bem interessantes.

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fontehttp://www.microsoft.com/everybodysbusiness/pt/br/blog.aspx

Legislação pode acabar com TI Verde de fachada


Por Daniela Braun, para a Computerworld

A Política Nacional de Resíduos Sólidos, iniciativa do Ministério do Meio Ambiente, pode transformar a política de sustentabilidade das empresas de tecnologia do País. O projeto de lei, que tramita no Senado Federal, obriga o gerador do resíduo a dar a destinação final adequada, com critérios ambientalmete corretos.

A nova legislação nacional também deve limpar o mercado brasileiro do ‘marketing verde de fachada’, mais conhecido como ‘greenwash’, alerta o diretor de operações da HP para o Mercosul, Kami Saidi , que é responsável pela sustentabilidade ambiental da companhia. “Há empresas que vendem a ideia de sustentabilidade, mas não aplicam os processos corretos”, critica.

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O que é sustentabilidade e onde a TI entra?


Por: Deise Guimarães

 

Em um contexto ecológico, a sustentabilidade pode ser definida como a habilidade de um ecosistema (nós, seres humanos), de suprir suas necessidades, sejam elas econômicas, sociais, culturais, ambientais, etc., preservando a biodiversidade e os demais ecosistemas naturais, e prezando pela sua integridade no futuro e na sua utilização pelas próximas gerações.

Não apenas pensando no meio ambiente (que deveria ser o objetivo principal), mas também visando a redução de gastos, muitas empresas já iniciaram a adoção de práticas para minimizar os impactos ao meio ambiente: diminuição da emissão de gases, utilização eficiente de energia, reciclagem, etc..

Estou preparando para um próximo post, uma lista com muitas das iniciativas que já estão sendo implementadas, dentre elas: troca de monitores CRT (Cathode Ray Tube, baseados em tubo de raios catódicos) por LCD (Liquid Crystal Display, mais eficientes na utilização de energia), maior utilização de telefones, emails e video conferências (reduzindo a necessidade de viagens, utilização de veículos, e logo, reduzindo a emissão de gases), aplicação de tecnologias de virtualização, impressão em papel reciclado, impressão frente e verso, iniciativas de “adote um copo” (para evitar o desperdício de copos de plástico), resfriamento a água de servidores e aquecimento a gás natural, entre outras.

Se você se interessou pelo assunto, não deixe de pesquisar. Se tiver idéias e sugestões, não deixe de dar! De qualquer forma, em breve postarei novo post detalhando um pouco mais o assunto.

Um abraço e até a próxima!!

Supercomputadores têm eficiência energética 15% maior


Lista do site green500.org mostra que tanto a eficiência quanto o poder de processamento das máquinas mais verdes do mundo aumentaram no último ranking. Dentre os fabricantes, IBM se destaca.

Por Rodrigo Afonso, da COMPUTERWORLD

O estudo que formula a lista dos 500 supercomputadores mais verdes do mundo, ranking desenvolvido por um grupo de profissionais envolvidos em computação verde e publicado no site green500.org, indica que a eficiência energética das máquinas avaliadas está aumentando no mesmo passo do poder de processamentO estudo que formula a lista dos 500 supercomputadores mais verdes do mundo, ranking desenvolvido por um grupo de profissionais envolvidos em computação verde e publicado no site green500.org, indica que a eficiência energética das máquinas avaliadas está aumentando no mesmo passo do poder de processamento.

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A obsolência programada – Será que não está na hora de parar e pensar?


Por: Marina Reyes

Mesmo que nos dias atuais a velocidade de inovações tecnológicas seja maior e a necessidade de possuir os produtos inovadores seja cada vez mais presente, observa-se que grande parte dos produtos que aparecem como uma nova “febre” ou tendência, nada mais são do que aprimoramentos de um produto anterior. Não que isso diminua a funcionalidade ou mérito da invenção de aprimoramento, é apenas uma constatação de um novo cenário em que os produtos se tornam obsoletos com maior rapidez e o mercado assim mantém movimentado com demandas sempre positivas.

O aparelho celular, por exemplo, surgiu como um aprimoramento ao telefone fixo. Um telefone que poderia ser utilizado em movimento. Ao longo dos anos, foi sendo aperfeiçoado como novas funcionalidades como câmera digital, GPS, acesso à Web, televisor, rádio, entre outros que podem estar sendo criados neste exato momento em que escrevo esse texto.

As novas funcionalidades e aprimoramentos dos produtos são encarados, para a maioria das pessoas, como verdadeiras necessidades já que os produtos que possuem não oferecem tudo àquilo que a nova versão oferece. E essa “necessidade” é induzida a partir de estratégias dos fabricantes e suas propagandas que nos levam a crer que a tecnologia que possuímos não atinge mais nossas necessidades e de uma construção social de um “precisar” ou “ter” onde, por exemplo, observa-se a inclusão ou exclusão de uma determinada pessoa em um grupo pelo critério desta possuir ou não uma nova tecnologia.

A obsolência programada é o nome deste “fenômeno” do curto tempo de duração ou rápida obsolência de produtos ou tecnologias. É quando as empresas produzem algo que poderia durar mais do que tecnicamente é possível. “O produto é fabricado para durar menos horas, dias ou anos e perder qualidade de tal forma que se torna totalmente ineficiente, exigindo sua substituição por outro revitalizado pelas características próprias do que é novo: vigor e eficiência. Assim, uma lâmpada que pode durar 5.000 horas ou mais é fabricada para durar apenas 1.200 ou menos, inutilizando-se em curto espaço de tempo. Tudo para aumentar o faturamento – quanto maior melhor – e em prejuízo do bolso do usuário e da degradação do meio-ambiente.”¹

Mesmo que alguém opte por dar manutenção a um produto que ainda possa ser recuperado, logo muda de idéia porque muitas vezes a manutenção é mais cara do que um produto novo ou tem uma valor muito próximo. Nesse caso, quando as pessoas optam por adquirirem um novo aparelho, o antigo geralmente é descartado em lixos comuns sem que para esse produto haja um destino correto para a seleção e possível reciclagem ou armazenamento que não cause danos ao ambiente. As cidades ainda não dão um destino sustentável ao lixo e nem as empresas se preocupam muito em organizar uma coleta ecologicamente correta. Além do problema da geração de lixo eletrônico diretamente no meio, a produção dessas tecnologias e seus produtos finais são responsáveis pela extração desenfreada de muitas riquezas minerais esgotáveis e outros recursos naturais.

Dentro da TI Verde, quando existe uma nova proposta de produto ou componente tecnológico ecologicamente correto nem sempre sua implantação é tão “ecológica” assim, pois, para a substituição pela nova, mesmo que seja de apenas um componente, quase toda a estrutura eletrônica da qual ela faz parte deve ser trocada porque os encaixes são diferentes, as tecnologias podem ser incompatíveis e outras incongruências podem impedir que seja realizada apenas uma substituição simples. Alguns “green chips”, por exemplo, não são possíveis de serem substituídos sem que vários outros componentes de uma máquina também sejam trocados, então, o resultado algumas vezes pode ser infeliz, tendo em vista a grande quantidade de lixo eletrônico a ser gerado nessas trocas.

E o lixo eletrônico já é um grande problema para a humanidade. Estatísticas² apontam que todo ano cerca de 50 milhões de toneladas de lixo eletrônico são descartadas em todo o mundo esses dejetos causam danos gravíssimos ao ambiente e aos seres vivos, pois alguns desses equipamentos possuem substâncias tóxicas como o mercúrio, por exemplo.

Nesse contexto faz necessária uma reflexão acerca da obsolência eletrônica e do sistema capitalista como um todo. Não se sugere aqui pensarmos numa grande revolução, derrubar o capitalismo ou viver numa ilha como o “Wilson”, mas sim voltar o olhar para nós mesmos e repensar nossas necessidades. Se realmente precisamos de uma “geladeira que diga bom dia”, um celular que tenha uma câmera de “infinitos mega pixels” e quanto valor devemos dar ao fruto de nosso trabalho, a nossa relação e dependência da natureza, e o quanto podemos agir sem sermos tão manipulados como as criancinhas que crescem ouvindo aquela propaganda medonha “Compre o chocolate, Compre o chocolate, compre o chocolate” (que não diremos o nome para não fazer o “merchan”) ou aquela outra da tesourinha “Eu tenho e você não tem!”.

Pensem… E eu estou aqui pensando…

Referências

1- http://www.tottalmarketing.com/descricoes_noticia.php?go=21&index=378&PHPSESSID=0c69946a930b77

http://www-usr.inf.ufsm.br/~favera/elc1020/t1/LixoEletronico.pdf

Empresa brasileira Inova em TI Verde, Lixo eletrônico e Inclusão


Eis um excelente caso de Inovação 100%  Brasil !

Atuando no mercado desde 1977, inicialmente com o objetivo de prestação de serviços contábeis e de processamento de dados, a PLANAC , sediada em São Paulo, desenvolve atualmente, e há mais de 20 anos, atividades de fabricação, comercialização e locação de equipamentos de informática, bem como a prestação de serviços de assistência técnica e infraestrutura em Tecnologia da Informação.

Até aí, uma empresa de TI com core business comum ao seu ramo de atividade. Mas, somente até aí !

Com um novo nicho de mercado nas mãos, Revitalização de Computadores,  a PLANAC  compra máquinas sucateadas e revitaliza a ponto de venda ou de  inclusão digital.

fonte: http://www.openinnovatio.org/2009/11/06/empresa-brasileira-inova-tecnologia-informacao/

Consórcio pretende desenvolver redes verdes de comunicação


Com o objetivo de desenvolver tecnologias para reduzir o consumo de energia elétrica em redes de comunicação,a Alcatel-Lucent formou um consórcio de operadoras de telefonia, fabricantes de chips e universidades .

O consórcio Green Touch vai reunir cientistas para desenvolverem maneiras de melhorar a arquitetura, circuitos, códigos computacionais, cabos de fibra óptica e outros elementos que fazem parte do mundo das redes de comunicação.

O braço de pesquisa da Alcatel-Lucent, Bell Labs, vai liderar a iniciativa que deve durar cinco anos.

O projeto tem orçamento de “dezenas de milhões de euros” e qualquer propriedade intelectual gerada será compartilhada entre os membros, afirmou o líder do Bell Labs, Gee Rittenhouse, em uma entrevista à Reuters.

Outras empresas : AT&T, China Mobile, Telefonica, Portugal Telecom, Swisscom e Freescale Semiconductor.

Da esfera acadêmica virão o Massachusetts Institute of Technology, MIT, e as universidades de Stanford e de Melbourne .

Fonte : INFO ONLINE

As Transformações da Interface


O artigo ” As transformações da Interface”, artigo de Anderson Silveira, é interessantíssimo porque trabalha as transformações da Interface , da linguagem e dos termos inseridos em nosso cotidiano e que acompanha o desenvolvimento de novas tecnologias.

Sob uma perspectiva das Ciências Sociais e outras áreas do conhecimento, o Autor faz uma retrospectiva histórica objetiva, porém bem explicativa das tranformações da Interface desde o desenvolvimento e crescimentos das “novas tecnologias digitais da comunicação”. Nesta restropectivas são mostradas as invenções ao longo dos tempos de adventos, hoje íntimos dos usuários de computadores, como o “mouse”, “desktop” , o “Windos”, dentre outros.

Vale a pena ler o artigo e aumentar nossos conhecimentos sobre tecnologia que é justamente o foco das tranformações propostas pela TI Verde.

Resumo:

Uma pessoa minimamente atenta é capaz de perceber como uma quantidade especialmente significativa de termos relacionados às novas tecnologias vem conquistando inserção e legitimidade nos nossos dicionários e na nossa língua. Verbos como formatar, deletar, scannear, (des)plugar, logar e acessar, entre outros, fazem parte de muitos diálogos contemporâneos, sobretudo entre crianças e adolescentes. Sem desconsiderar as implicações lingüísticas e sociais associadas às recorrentes transformações que a língua sofre por conta dessa inundação repentina de novos vocábulos, gostaria de pontuar que o desenvolvimento tecnológico também foi impregnado pelos termos do nosso universo natural e cotidiano. Ora, de onde vêm o mouse, o bug, o windows, o spam, o vírus, o desktop, o link, o hub, a lixeira? Objetivamente falando, a tecnologia produzida neste planeta não poderia ser batizada com nomes alienígenas; as exceções a esta regra devem-se a segredos militares, projetos científicos ou siglas – todos perfeitamente compreensíveis à luz do contexto em que se inscrevem.

acessem o artigo completo em: http://www.bahiarqueologica.com/textos/pdf/anderson_interface.pdf

Você o que fazer com seu lixo???


Se você, assim como a maioria das pessoas, ainda não sabe direito o que fazer com o seu lixo eletrônico, o e-lixo maps poderá ajudá-lo no descarte desses materiais.

Trata-se de um serviço online, lançado pela Secretaria do Meio Ambiente do Estado de São Paulo e o Instituto Sergio Motta, onde qualquer pessoa, na cidade de São Paulo, poderá encontrar o local mais adequado para levar seu lixo eletrônico.

e-lixo maps é muito simples de usar, basta digitar um CEP e escolher, em uma lista, o tipo de material a ser descartado, que a partir do Google Maps serão divulgados os lugares mais próximos para o descarte.

E se você tem um estabelecimento que recebe e/ou recicla lixo eletrônico e quer fazer parte do banco de dados do projeto, cadastre-se pelo e-mail info@e-lixo.org, enviando as seguintes informações:

  • Nome do estabelecimento
  • Nome do responsável
  • Telefone para contato
  • Email para contato
  • Endereço completo
  • Tipo de resíduos que recebe

Uma grande iniciativa que merece ser ampliada a outras áreas de atuação, pois ainda existem muitas dificuldades que atrapalham a iniciativa de muitas pessoas em nosso país.

Fonte: karlacunha

CRÉDITOS DE CARBONO


O termo “crédito de carbono”  foi criado enquanto proposta pelo Protocolo de Kyoto, com o objetivo de estimular os países a diminuírem a quantidade de carbono emitida e consequentemente  poluír menos. O estímulo é dado da seguinte forma: uma tonelada de dióxido de carbono que deixa de ser emitida no ambiente equivale a um crédito de cabono. Esses créditos são materializados em dinheiro. Então, os países não só estariam ajudando com a preservação ambiental, com também estariam ganhando financeiramente com a menor emissão desse poluente.

Como tudo “vira festa”, esses créditos estão sendo até comercializados como commodites na bolsa de valores no ” mercado de créditos de carbono”. A preservação virou negócio e até já existem empresas que administram e dão consultoria à outras empresas para realizar as transações que envolvem os créditos.

Os Estados Unidos, por exemplo, pode poluir muito e comprar créditos de um país que polui menos para manter sua “ficha limpa” e continuar com aquela velha história: “trocando 6 por meia duzia”…

Ai Ai…

Por Marina Reyes

TI VERDE NA GRADE CURRICULAR…


Impulsionada pela crise ambiental que assola o planeta, surgiu a Tecnologia da Informação Verde (TI Verde), que engloba o conceito de eficiência – muito além da energética e que inclui até as relações trabalhistas – e que agora sai dos gabinetes dos CIOs e chega às salas de aulas.

A Universidade Cidade de São Paulo (Unicid) foi uma das primeiras universidades brasileiras a incluir no seu currículo uma matérias específica para abordar TI Verde.

O coordenador do curso é Anselmo Lucas, formado em publicidade e com especialização em análise de sistemas, área em que trabalha há mais de 20 anos. Ele é autor do livro Green IT, baseado na sua pesquisa sobre o tema.

Em entrevista à Revista Sustentabildiade, Lucas disse que o conceito de TI verde é bastante amplo, passando pela produção, utilização, descarte de equipamentos eletrônicos, até a forma de contratação de funcionários pelas empresas, numa visão ética do negócio e do mundo em todos os aspectos, inclusive na contratação da mão de obra altamente especializada (que o setor necessita mas, muitas vezes, é terceirizada sem direitos sociais).

“Fazer contratações com o objetivo de burlar a lei e pagar menos impostos é deixar de ser ético”, disse. “O TI Verde combate a falta de ética.”

Leia a abaixo os principais trechos da entrevista:

Revista Sustentabilidade: O que é tecnologia da informação verde?

Anselmo Lucas: TI Verde é um movimento internacional que tem o objetivo de minimizar os impactos prejudiciais ao planeta causados pelas tecnologias em geral. Durante muito tempo, predominou a ideia de que a tecnologia era algo limpo, que não causava danos ao meio ambiente. Mas alguns estudos mostraram que a coisa não é bem assim

Por exemplo: hoje, a indústria de TI – computadores, eletrônicos – emite a mesma quantidade de CO2 na atmosfera que os aviões. A produção de computadores causa uma séries de danos, como alta emissão de gás carbônico e geração de resíduos, além do consumo de água e matérias primas. Para se produzir um computador, gasta-se uma energia muito superior a que o computador vai consumir durante o período de vida útil.

RS: Qual é o papel do TI Verde neste processo?

Lucas: A ideia é pegar conceitos de responsabilidade socioambiental e trazer para a área de tecnologia. O objetivo da TI Verde é minimizar os impactos das tecnologias de uma maneira ampla, tanto na produção quanto no uso e no descarte dos equipamentos. E também promover a inclusão digital.

Hoje em dia, a China, a Índia, o Afeganistão, os países da África recebem o lixo eletrônico de outras nações, as chamados desenvolvidas. Nos países receptores, você encontrará cidades literalmente submersas no lixo eletrônico.

RS: O Brasil recebe este lixo também?

Lucas: Hoje não é possível afirmar que o Brasil não sofra do mesmo problema. Infelizmente, não existe nenhum trabalho de investigação que mostre o contrário. Em algumas cidades na Índia, por exemplo, é possível encontrar crianças trabalhando na manufatura de lixo eletrônico, e como neste tipo de resíduo você encontra uma série de metais tóxicos e preciosos, como ouro e prata, as pessoas tentam extrair este material de uma maneira artesanal e rústica, sem uso de qualquer tipo de equipamentos de segurança. Crianças derretem placas sob fogareiros para facilitar a separação dos elementos, inalando a fumaça tóxica que é emitida. Para tirar os cobres dos cabos, eles queimam o plástico, o que gera uma fumaça tóxica e prejudicial às pessoas e o meio ambiente. A água da chuva sobre os eletrônicos gera um caldo tóxico, que acaba indo para o solo, contaminado o lençol freático e rios. A reciclagem muitas vezes é feita de uma maneira inadequada por falta de regulamentação.

RS: O que significa a técnica de virtualização?

Lucas: É um aspecto da TI Verde que busca aumentar o tempo de uso dos equipamentos. Hoje, troca-se os equipamentos de computação a cada três anos. A virtualização proporciona um aumento do tempo de obsolescência, ou seja, em vez de usar o equipamento por três anos, você o utiliza por até nove anos.

RS: Como ela funciona?

Lucas: Utiliza-se um computador (servidor) “mais possante”, com vários processadores. Os PCs ligados a este servidor transformam-se apenas em terminais, como um dispositivos de entrada de dados. O processamento é feito no servidor. Antigamente, não existia processamento local nos terminais, era tudo feito no servidor, o mainframe. Com isto, consegue-se elevar a vida útil dos computadores antigos, já que não precisam ser tão sofisticados. Com uma rede virtualizada, você consegue trabalhar com computadores antigos por oito, nove anos. Outro aspecto da virtualização é a criação de servidores lógicos dentro de um servidor convencional. Dessa forma, um único servidor físico pode ter vários servidores lógicos trabalhando de forma independente. Essa técnica reduz a necessidade de compra de novos equipamentos, além de uma grande economia de espaço físico nos data centers.

RS: Isto seria uma reutilização dos computadores antigos?

Lucas: Exatamente, tenta-se reutilizá-los. A TI Verde, além de tentar prolongar o tempo de vida útil do equipamento, também auxilia no processo de doação. Algumas empresas doam os equipamentos antigos, mas isso não fará muito sentido, pois as pessoas não conseguirão executar a maioria dos programas existentes hoje em dia. A partir de uma rede virtualizada, estes computadores mais antigos poderão ser utilizados de uma maneira bem razoável.

RS: Existe alguma restrição para a virtualização?

Lucas: Existe para a área gráfica, exibição de filmes e fotos. Mas, basicamente, é possível fazer tudo que um PC normal faria, como utilizar um editor de texto, planilha eletrônica e sistemas de contabilidade, que é o que a maioria das pessoas trabalham em 90% do tempo.

Eu sou de uma época onde, ao se quebrar um aparelho eletrônico, as pessoas levavam o equipamento para o conserto. Hoje em dia, é mais barato comprar um novo do que consertar. Os eletrônicos são descartáveis. Não adianta doar um equipamento quebrado, e também não adianta só doar. É necessário capacitar a pessoa que irá recebê-lo, é necessário deixar o equipamento em condições mínimas de uso. A TI Verde se preocupa com todo este processo. Quando realmente precisar descartar o equipamento, deve-se fazer da forma mais adequada possível, diminuindo os impactos ao meio ambiente.

RS: Quais as vantagens do ti verde para as empresas?

Lucas: O conceito base de TI Verde é minimizar os impactos que as tecnologias causam ao planeta. Existe uma falsa ilusão de que a TI Verde trata apenas de ações de eficiência energética, talvez pelo foco dado pelos fabricantes de computadores. É logico que o índice de economia de energia está vinculado ao processo e às práticas, mas não é só isto. Um dado importante sobre os benefícios econômicos é que as empresas conseguem economizar até 30 % de todas as suas despesas com tecnologia. Em um momento de crise mundial, uma situação como esta é uma aliada na redução de custos com energia elétrica e aumento da vida útil.  Quando se vende menos, as empresas, para manterem a sua lucratividade, precisam economizar, e nesse aspecto a TI Verde é uma prática interessante. Além disso, outro ganho importante é o da imagem junto aos clientes e a população em geral. A empresa mostra à sociedade que está preocupada com as questões sociais, em causar menos impactos ambientais e em promover a inclusão digital. Não adianta só falarem de projetos socioambientais, elas têm que provar através de ações. TI Verde é uma destas ações.

RS: Qual é o papel dos softwares no TI verde?

Lucas: Os softwares também precisam se adequar ao TI Verde. Antigamente, os computadores rodavam sistemas de conta corrente, faturamento, contas a pagar, com a capacidade de processamento que, hoje em dia, encontramos em telefones celulares. Hoje, os softwares, de maneira geral, exigem cada vez mais processamento dos computadores, forçando consumidores a fazer mais trocas de equipamentos. A cada nova versão de sistemas operacionais é necessário atualizar o hardware. A indústria de software também precisa perceber que deve ser mais eficiente. Ela precisa criar seus aplicativos de modo a utilizar menos recursos de hardware. Hoje em dia não há esta preocupação, não há limite. Precisa-se repensar este processo.

RS: Sobre o movimento cloud computing, existe alguma ligação com a TI Verde?

Lucas: A idéia do cloud computing é, justamente, utilizar software com menor consumo de hardware e com equipamentos menos complexos. Hoje em dia, quando você quer ter um editor de texto, você tem que comprá-lo. Para usar o Word 2007, por exemplo, é necessário um equipamento melhor do que o seu antecessor, o Word XP. É necessário também mais memória e melhor processamento. O cloud computing trabalha com outro conceito. A ideia é que não é necessário o uso de um computador muito complexo para utilizar o editor de texto ou planilha eletrônica. Os arquivos não precisam estar gravados localmente, o arquivo pode ficar em algum lugar na internet, em servidores que podem estar na Finlândia, Brasil ou em qualquer outro lugar. De um simples celular você pode acessar, e não precisa se preocupar com o armazenamento de arquivos e nem com backups. É mais ou menos o que acontece com as caixas de e-mails. As mensagens podem ser armazenadas em seu computador pessoal ou nos servidores do provedor. E, outro detalhe, não existe a preocupação de comprar um editor de texto, uma planilha eletrônica. No cloud computing, o valor pago ao provedor já contempla o uso de editores de texto ou planilhas eletrônicas, a licença não é necessária.

RS: E isto também aumentaria a vida útil do computador?

Lucas: Sim. Desta forma, o editor de texto, que ficaria no provedor, exigiria menos recursos do seu computador. As pessoas poderiam ficar mais tempo com seus computadores, sem se preocupar em trocá-los. É o  contrário do que vem acontecendo: cada versão nova de software exige computadores mais avançados.

De um simples celular, as pessoas poderiam acessar seus arquivos sem se preocupar se terão ou não memória suficiente.

Revista Sustentabilidade: Qual é o futuro do TI Verde no Brasil?

Anselmo Lucas: Em breve, acontecerá o que chamamos de convergência, que é a junção do computador, TV, rádio, Internet, telefone, tudo em um só dispositivo. Há alguns anos atrás, todos pensavam que esse dispositivo seria o notebook, mas não, é o celular. Não tem como ter grandes processadores no celular, tem que ser coisas simples. Por mais que se invista em tecnologia, o celular é o dispositivo mais simples, até por causa do tamanho. Eu imagino que ele vai se tornar cada vez mais importante. Eu acho que chegará um momento que ninguém terá o computador, desktop tradicional. O celular não poderá “rodar” softwares de grande necessidade de processamento. Existirão softwares mais simples, para usar no dia-a-dia. Já temos cidades, como Brasília, em que existem mais de um celular por habitante. Rio de Janeiro e São Paulo também estão indo por este caminho, ao passo que o computador está muito distante de atingir o mesmo índice de distribuição entre a população. Eu acho que o futuro é cloud computing.

RS: Qual é o papel do usuário neste processo?

Lucas: O usuário será o fiel da balança. Ele está sendo testado a todo momento. Cada nova tecnologia precisa ter sua aprovação. Se o usuário achar uma tecnologia complicada e não se interessar, o fabricante terá que achar outra. Eu acredito que os celulares serão o futuro da computação de uma maneira geral, para uso doméstico. Lembra do seriado Jornada nas Estrelas? Eles tinham o dispositivo do tamanho de um celular que fazia tudo.

RS: Na sua opinião, quais seriam as Questões mais polêmicas sobre a área de tecnologia?

Lucas: Um aspecto polêmico em TI Verde, acredito, é a contratação de consultores. As empresas querem economizar com mão de obra e, assim, não querem contratar funcionários. Então, chamam as consultorias. Estas, por sua vez, não contratam seus programadores como funcionários, mas sim como empresas. É, basicamente, um mero dispositivo para pagar menos impostos e burlar as leis trabalhistas. A TI Verde combate este tipo de ação. A população, de uma maneira geral ,é lesada por este tipo de atitude. Este programador, no futuro, não terá direito à aposentadoria e uma série de outros benefícios, e isto já ocorre há mais de 20 anos no Brasil. Qual será o final deste pessoal? Um dos conceitos da responsabilidade socioambiental é ser ético. Fazer contratações com o objetivo de burlar a lei e pagar menos impostos é deixar de ser ético. A TI Verde combate a falta de ética.

fonte:  http://www.revistasustentabilidade.com.br/eficiencia-energetica/green-it/?searchterm=TI%20VERDE

DOSSIÊ TI VERDE


NAS NOSSAS “GARIMPADAS” DIÁRIAS EM BUSCA DO MELHOR CONTEÚDO SOBRE TI VERDE, ECONTRAMOS UM FÓRUM MUITO INTERESSANTE QUE PROMOVE DISCUSSÕES SOBRE O TEMA. A ENQUETE QUE SEGUE NO ENDEREÇO ABAIXO REUNIU A OPINIÃO DE GESTORES DE ALGUMAS EMPRESAS SOBRE AS AÇÕES DE TI VERDE QUE VÊEM SENDO IMPLANTADAS NESSAS ORGANIZAÇÕES.

VALE A PENA ACESSAR E CONFERIR…

http://www.gpadrao.com.br/forum_verde/viewtopic.php?f=3&t=10&sid=1c77a1329d433982e1e801ded9858565

Ceará economiza R$ 67 mi com software livre


O governo do estado do Ceará alcançou uma economia estimada em cerca de R$ 67 milhões com o uso de software livre em seus 44 mil desktops e 1 mil máquinas que funcionam como servidores. A economia é relativa ao que seria gasto com licenças de uso de sistemas operacionais (R$ 14 milhões) e pacotes de programas de escritório (R$ 53 milhões) comerciais.

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Nem boa, nem ruim…


O teórico Pierre Lévy, defende que o foco da discussão sobre os avanços tecnológicos e a “virtualidade” não deve ser as suas serventias ou não, mas sim   “determinar em que direção prosseguir um processo de criação cultural irreversível” .(TORRES, 2010) 

Para Lévy, as novas tecnologias são neutras:  nem boas, nem ruins, são inerentes de um novo biótipo humano. 

“Para Lévy, antes de condenar as novas tecnologias da comunicação, os estudiosos deveriam analisá-las, aprendê-las e, prioritariamente e compreendê-las”.(TORRES, 2010) 

Diante do entendimento que o fator julgado não é o papel de mocinha ou vilã, as novas tecnologias, num contexto atual onde os olhares se voltam para a sustentabilidade, enriquecedor será também analisar o impacto dessas tecnologias no ambiente como um toco e desenvolver tecnologias ainda mais novas para combater os efeitos destrutivos e nocivos à natureza e por consequência ao homem. 

Referências 

TORRES, Fernando.O futuro segundo Pierre Lévy. Disponível em :http://canaldaimprensa.com.br/canalant/perfil/dquartedicao/identidade1.htm. Acessado em 04/05/2010, 22:09.

Gartner elege as dez principais tecnologias para 2010


SÃO PAULO – A consultoria de TI Gartner divulgou nesta semana uma lista com as dez principais tecnologias e tendências que serão estratégicas para a maioria das organizações em 2010, levando em consideração a relevância das ferramentas tecnológicas para os negócios, a necessidade de alto investimento ou o risco de serem adotadas muito tarde.


Para o Gartner, tecnologia estratégica é aquela com potencial de causar impacto significativo na organização nos próximos três anos, definindo quais ferramentas vão ajudar e transformar suas iniciativas de negócios. “As companhias devem analisar as principais tecnologias em seu processo de planejamento estratégico e tomar decisões conscientes sobre elas nos próximos dois anos”, afirma o vice-presidente e analista do Gartner, David Cearley.


Confira as dez principais tecnologias para 2010, segundo o Gartner: Continuar lendo

AINDA FALANDO SOBRE OS CRÉDITOS DE CARBONO…


ACHAMOS UMA MATÉRIA BEM INTERESSANTE PARA QUEM QUER SE INFORMAR MAIS SOBRE A QUESTÃO DOS CRÉDITOS DE CARBONO, MAIS ESPECIFICAMENTE SOBRE O QUANTO O BRASIL PODE GANHAR COM OS CRÉDITOS. PORÉM, PELO FATO DA VIZUALIZAÇÃO DA MATÉRIA NÃO ESTAR LEGAL, CONVIDAMOS  VOCÊS, A VISITAREM  O SITE ONDE A MATÉRIA PODE SER CONFERIDA COM MAIOR DEFINIÇÃO:

http://images.google.com.br/imgresimgurl=http://i27.tinypic.com/10fyie1.jpg&imgrefurl=http://baixefiles.blogspot.com/2008/02/como-o-brasil-ganha-creditosdecarbono.html&usg=__BxqP3UmnY6t6QbWxSw9kkcbswf4=&h=1002&w=1600&sz=1708&hl=pt-BR&start=17&sig2=_Q8pUGTc57tCu8jtEDuKdA&um=1&itbs=1&tbnid=72AzlqcKmtbgKM:&tbnh=94&tbnw=150&prev=/images%3Fq%3DCREDITOS%2BDE%2BCARBONO%26um%3D1%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DN%26tbs%3Disch:1&ei=DaDgS8_vDYKdlgeZ5sS-Bw

QUESTÃO IMPORTANTE: CRÉDITOS DE CARBONO SÃO MITOS OU SOLUÇÃO???


Apresentados a empresas, governos e sociedade como uma solução para a crise do clima, créditos de carbono recebem críticas

No dia 12 de outubro de 2007, Al Gore e os cientistas do Painel Internacional de Mudanças Climáticas (IPCC), da Onu, receberam o Prêmio Nobel da Paz pelos “esforços em prol da contenção das mudanças climáticas”. Gore tornou-se uma espécie de paladino do meio-ambiente e do clima depois do lançamento do documentário Uma Verdade Inconveniente, de 2006. No filme, o ex-vice-presidente norte-americano relaciona catástrofes climáticas, a exemplo do furacão Katrina, como resultados do efeito estufa e pinta um futuro trágico para os habitantes do planeta Terra. “Mas nem tudo está perdido”, anuncia, já nos minutos finais.

Ele, então, elenca iniciativas que podem ser tomadas por pessoas, governos e empresas para, juntos, combaterem as mudanças climáticas. Entre as medidas, Gore enfatiza a aquisição de créditos de carbono como algo que pode mudar o destino da humanidade. A partir dessa declaração, companhias do mundo todo iniciaram uma corrida para se tornarem “neutras em carbono”. Dell e Google são empresas que já anunciaram que têm como intenção ser “carbono neutro” até o fim de 2008.

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TI Verde: entre na onda com componentes ecologicamente corretos


Veja o posicionamento de algumas fornecedoras de componentes

A mudança para produtos ecologicamente corretos está ganhando cada vez mais espaço. As opções aumentaram e, em vários casos, os fabricantes eliminaram dos seus portfólios produtos que representavam riscos ecológicos. Acompanhe, a seguir, componentes verdes como os disco rígidos da Western Digital e Seagate e processadores da Intel e AMD.

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Atos Origin lança soluções de impacto zero de carbono


A empresa é a primeira do segmento a oferecer compensação de carbono decorrentes de TI para sua carteira de clientes na França

A Atos Origin lança dois novos serviços para o mercado europeu. O Atos Sphere, uma solução de cloud computing, e o serviço Meta de Impacto Zero de Carbono, serviços Verdes de TI. Com estes lançamentos, a empresa dá início à sua estratégia de oferecer soluções inovadoras tanto para aumentar seu desempenho operacional como para contribuir com novos modelos de crescimento para clientes com foco em resultados de negócios e competitividade no mercado global.

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Estudo mapeia a importância da TI Verde nas corporações


Segundo levantamento feito pela Symantec, prática é essencial nos departamentos de TI. No Brasil, 51% dos entrevistados disseram que já possuem estratégias nesta linha e 38% estão começando a falar sobre o assunto.

De acordo com os dados da pesquisa, os executivos sêniores de TI demonstraram grande interesse por estratégias e soluções de TI verde, não só por conta da redução de custos trazida por iniciativas dessa natureza, mas também como parte das iniciativas de responsabilidade sócio-ambiental da instituição.

Os dados indicam uma mudança significativa no que diz respeito à implementação de tecnologias verdes, que deixam de ser impulsionadas pela redução de custos, graças a uma conscientização mais equilibrada sobre as melhores práticas ambientais nas empresas.

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Cinco tendências de TI e telecom para a Copa de 2014


Prever como estará o mercado de tecnologias da informação e comunicação (TICs) quando a Copa do Mundo de Futebol de 2014 será realizada no Brasil não é algo fácil. Mas tampouco é um complexo exercício de futurologia. Muitas tendências, proferidas agora, devem estar consolidadas daqui a cinco anos e isto dá pistas de como as empresas podem tratar o assunto e iniciar seus planos de geração de novas receitas e conquista de novos mercados.

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Liberadas as normas para compra de PCs verdes


O Ministério do Planejamento divulgou as especificações para a compra dos chamados “computadores verdes”, determinadas pelo governo federal.

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NO CORAÇÃO DA TI VERDE


Aquecimento global, alterações climáticas, o excesso de lixo: no âmago de algumas das principais preocupações que afligem a humanidade hoje, está a questão da sustentabilidade ambiental – a noção de que, se continuarmos utilizando os recursos naturais no mesmo passo que seguimos desde a revolução industrial, os danos à biosfera serão irreversíveis, causando extinções em massa e até mesmo colocando a vida humana em risco.

Todos nós temos que fazer a nossa parte contra este cenário: entretanto, são as empresas, grandes e pequenas, responsáveis pela maioria dos processos produtivos e por uma grande parte do uso dos recursos naturais. Continuar lendo

Virtualização é apontada como principal iniciativa de ‘TI verde’


As empresas cada vez mais estão adotando a virtualização como medida para economizar energia, espaço e custos, de acordo com pesquisa encomenda à empresa de estudos estratégicos Illuminas pela Cisco. O estudo celebra mais de 15 anos da certificação CCIE (Cisco Certified Internetwork Expert) e teve como propósito entender melhor como serão as infraestruturas digitais ao longo dos próximos cinco anos.

Segundo o levantamento, mais de dois terços dos profissionais com CCIE disseram que a virtualização será o principal investimento em rede nos próximos cinco anos, à medida que os CIOs se concentram na redução de custos com TI. Esses profissionais acreditam que a eficiência energética nos data centers será a principal iniciativa de rede “verde” dos próximos cinco anos.

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Itaú é finalista em premiações internacionais de TI Verde


Como reconhecimento aos investimentos do Itaú em tecnologias sustentáveis, o banco se tornou finalista de duas importantes premiações internacionais que reconhecem práticas de eficiência em TI e responsabilidade socioambiental: o Ethical Corporation Awards, promovido pela instituição que dá nome ao prêmio, e o Green Enterprise IT Awards, realizado pela Uptime Institute.
Os reconhecimentos se devem às iniciativas de TI Verde, que preveem a integração das ações de eficiência tecnológica, como aquelas destinadas à redução do consumo de energia, emissão de gases de efeito estufa e ao descarte adequado de materiais do ponto de vista ambiental. Continuar lendo

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